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O nome do tenente-coronel Mauro Cid,333 bet casino - ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), voltou a ganhar o noticiário brasileiro nos últimos dias. Uma planilha entregue à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro pela Casa Civil mostrou que Cid tentou acessar seu e-mail funcional 99 vezes mesmo após o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) bloquear seu login, em 15 de março deste ano.Continua após publicidade

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Paralelamente, seu pai, o general da reserva Mauro César Lourena Cid, foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira (11), por suposta venda de presentes entregues por delegações estrangeiras à Presidência.Acesso ao e-mail no governo Lula

Segundo a planilha obtida pelo jornal Folha de S.Paulo, antes de ser bloqueado, Cid acessou seu e-mail cerca de 500 vezes já durante o governo Lula.

Após 31 de dezembro do ano passado, “constam registros de validação das credenciais do agente público mencionado na requisição [Mauro Cid], realizadas por meio dos servidores de rede que disponibilizam o acesso via internet ao serviço de correio eletrônico", diz o documento enviado pela Casa Civil.

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Nesse período, Mauro Cid chegou a receber, por exemplo, os roteiros das viagens de Lula e da equipe de segurança do presidente. Enquanto ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel recebia informações sobre as atividades da Presidência e organizava as viagens do ex-mandatário.Pai de Mauro Cid é alvo da PF

Em nota à imprensa, a Casa Civil afirmou que "a desativação de contas de e-mails de ex-servidores da Presidência da República está sendo automatizada, para que não dependa mais da ação humana. Com isso, serão evitadas possíveis inconsistências".

Nesta sexta-feira (11), a Polícia Federal cumpriu um mandado de busca em endereços de nomes ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta venda de presentes entregues por delegações estrangeiras à Presidência.

Entre os alvos, estão o general da reserva Mauro César Lourena Cid, pai do ex-ajudante de ordens Mauro Cid; o segundo-tenente do Exército Osmar Crivelatti, braço direito de Mauro Cid; e o ex-advogado da família Bolsonaro Frederick Wassef.

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Em nota, a PF afirmou que todos são suspeitos de “desviar bens de alto valor patrimonial, entregues por autoridades estrangeiras em missões oficiais a representantes do Estado brasileiro, por meio da venda desses itens no exterior”. A diligência é um desdobramento do inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a atuação de milícias digitais.

Os valores obtidos com as vendas teriam sido “convertidos em dinheiro em espécie e ingressaram no patrimônio pessoal dos investigados, por meio de pessoas interpostas e sem utilizar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem, localização e propriedade dos valores”.

Nessa mesma linha, Mauro Cid também é alvo de um inquérito que apura o caso das joias da Arábia Saudita, presentes dados à Presidência da República, mas que foram trazidas ilegalmente ao Brasil e incorporadas ao acervo pessoal de Bolsonaro durante o seu mandato. Segundo a PF, Cid tentou reaver as joias que foram apreendidas pela Receita Federal no Aeroporto Internacional de Brasília.

Edição: Rodrigo Chagas


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